quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

É inveja, mas fala diferente.

Estudo científico comprova que pobre é invejoso (ou que pobreza gera inveja). Entretanto, como é politicamente incorreto dizer esse tipo de coisa, vem o título:

Cérebro humano tem aversão à desigualdade, mostra estudo

No corpo do texto vem claramente escrito que: os ricos ficavam felizes quando os “pobres” ganhavam dinheiro, enquanto que os pobres “não acharam graça” em ver o rico ganhar dinheiro.

Postei isso só para enfatizar o aumento da babaquice de “estudos científicos”. Antes o estudo era ridículo. Agora, além de ridículo já vem com chamada politicamente correta.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Feliz Ano Novo!!

Perdi o Natal. Espero que todos tenham tido um bom Natal. Que o Papai Noel tenha trazido alegria para todos.

E, sem frescuras, um Feliz Ano Novo!!

champagne

Dois zaGUEiros, laterais, goleiro, aTAque, meio-campo e o HExa com um gol do GergeLIm.

Demorei bagaray para escrever esse post(pode até ser ruim, mas é meu), mas queria ver quanta babaquice iam falar sobre o Hexa. Foi menos do que eu esperava.

Depois de rei do Rio, agora é rei do Brasil. É muita nobreza. E vão ter que aturar, no mínimo, por um ano.

E ainda tem gente que fica querendo tirar sarro de que a torcida é analfabeta.

Inveja é fogo, emburrece e ainda dá ares de soberba sem fundamento.

Tirando a mentira escancarada, para que saber falar 15 línguas, se em nenhuma delas você pode dizer que seu time é “Ékissa”, PentaTri e com a maior torcida do mundo? Talvez seja útil para contar as dezenas de torcedores… e só.

HandGlyph

Aproveitem o fim de ano. E não hexagerem, porque o Flamengo já fez isso.

Sacadas geniais

Direto de Stephen Colbert, encontro o melhor argumento contra quem defende o capitalismo a todo custo:

I'm a capitalist and I would defend our capitalist system against all enemies. Unless there is a way to profit from its demise.

Para logo em seguida, também encontrar o melhor argumento contra quem defende o socialismo a todo custo:

Entrevistado:      - I'm a democratic socialist, that's correct.

Stephen Colbert: - What's the difference? Isn't that an oxymoron?

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Extra!! Extra!! Extra!!

Robin Williams, o comediante/ator americano fez uma piada de “mau gosto” sobre o Rio de Janeiro. Ele disse que enquanto Chicago mandou Michele Obama e Oprah [duas mocréias], o Rio de Janeiro mandou 50 strippers e meio quilo de pó para Copenhague. E, por isso, ganhou.

Isso é um absurdo inaceitável que deve ser punido pelo Comitê Olímpico Internacional. É muita cara-de-pau dusamericanu falar esse tipo de coisa.

Então vamos deixar claro essa mentira vergonhosa espalhada pelos imperialistas “estado-unidenses”. O Rio de Janeiro não mandou 50 strippers e meio quilo de pó.

O Rio de Janeiro mandou 150 strippers e 5 quilos de pó. E só não foram mais strippers, porque tinha acabado a luz em 18 estados do Brasil e as strippers não conseguiram chegar no aeroporto a tempo. E só não foi mais pó, porque o helicóptero da polícia que os transportava foi abatido no Rio de Janeiro, essa cidade que não é violenta segundo o secretário de segurança Beltrame.

E deixe estar que as strippers só foram convocadas porque o Pelé, sabendo que Lula não consegue ficar sem “bocleta”, ficou com medo de ser o “menino do COB”. O pó só foi porque ninguém é de ferro. Aturar Lula, Cabral e Paes ao mesmo tempo é dose.

Assim que tivermos o vídeo comprovando a mentira, postaremos aqui. Se forem muito impacientes, usem o Google.

Eu já sabia.

Eu não tinha percebido o post antes. Não que seja lá grandes coisas (para mim), mas achei que isto já fosse sabido.

Angelina Jolie é libertária

Afinal ela já estava cotada para fazer a versão cinematográfica de “Atlas Shrugged”, desde 2006, no papel de Dagny Taggart – a heroína de Ayn Rand -, expressando ser uma grande fã. Ou pelo menos foi isso o que eu entendi na época.

Tô bege 2 – A missão.

Nem sei o que dizer sobre isso:

Filme de Lula 'é uma baita mentira', diz sindicalista.

Hon'branda's

Finalmente se realizaram as eleições em Honduras. Chamaram-me a atenção duas coisitas.

Embora o voto não seja obrigatório, quando Zelaya foi eleito, 45% dos eleitores não votaram. Achei isso interessante, porque durante boa parte da quizumba que houve este ano, não vi esta informação relatada em lugar algum. Houve uma que havia me surpreendido à época por ser pouco divulgada, mas que para mim era o de menos na época. O Partido do Micheletti e do Zelaya é o mesmo. Para brasileiros que pensam tudo em termos de PT, PSDB, DEM, PSOL, etc. isso deveria fazer uma grande diferença. Afinal, como um brasileiro conseguiria entender que um ‘golpista’ é do mesmo partido que o ‘golpeado’?

A segunda… Bom, a segunda não é tanto as eleições, mas a palhaçada que se torna o Brasil a cada dia, sem que ninguém (sempre há exceções, claro) veja nada de tão anormal. Lula diz que não vai reconhecer as eleições em Honduras, mas ele (e o Congresso) continua com a babaquice de colocar a Venezuela no Mercosul, mesmo com notícias desse naipe:

Chávez ameaça nacionalizar bancos que descumprirem a lei.

Como a única lei que existe para Chávez é puxar-lhe o saco, não parece ser muito difícil descumprí-la. E o pior é ter que ouvir “especialistas” dizerem que isso é bom para os negócios.

Eu me esforço, mas é difícil ser otimista num país de gente que reclama do “Bolsa Família” por ser uma compra de votos da “população ignorante que precisa de dinheiro para sobreviver”, mas acha bonito e até louvável “Acordos Econômicos” que são uma compra de votos da “elite pensante e preocupada com o futuro do país” que precisa ganhar dinheiro para viajar para “Usistaitis” e aproveitar os “Autiletes” (ainda que seja para ficar obedecendo leis de comunistas como Chávez).

 

Dumbass alert: O gênio aqui leu a notícia rápido e comeu mosca na palavra “não”. Já consertei. Então, se você perdeu qual foi a parte que errei, vai ficar sem saber o que foi que mudei. E lembre-se, a curiosidade matou o gato. Ou seja, se você é feio, pode ser curioso sem perigo.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Manipulando a opinião pública.

É facílimo.

Parte-se de uma premissa empiricamente verificável: Todo mundo é bobo, mas acha que é super inteligente porque sabe ler (e nem precisa ler bem nem coisa que preste).

Como todo mundo é bobo, interpreta o texto pela chamada e jamais entende o que está sendo dito. Por conta disso, pode-se dizer a coisa mais absurda do mundo ao mesmo tempo em que não diz nada.

De modo simples, é a velha brincadeira de criança: “Que time é teu?”; “Tem culpa eu?”; “Jacaré, no seco, anda?”. Você não está dizendo nada demais ao mesmo tempo em que diz algo diferente. A pegadinha é como fica o som das palavras na frase inteira, dando uma ambigüidade à mensagem que está sendo transmitida.

Do mesmo jeito é a manipulação. A notícia não diz nada demais ou algo até banal. Mas do jeito como a coisa toda é colocada, dá a impressão de estar sendo dito algo a mais do que está sendo lido.

Exemplo prático. Veja a chamada abaixo:

Alcoolizado, motorista atropela e mata quatro crianças na Bahia.

A primeira pegadinha é: Com as palavras “alcoolizado”, “atropela” e “mata”, você provavelmente leu alcoolizado como sinônimo de “Bêbado feito um gambá”; e que o atropelamento e a morte são decorrências de um “Bêbado feito um gambá” estar dirigindo. Inclusive o verbo “atropelar” ao lado de “motorista” passa a idéia de intenção do motorista. Agora, pare e procure essa relação causal na chamada… É isso mesmo. Não está ali, de forma explícita. É coisa da sua cabeça.

Então o leitor, que é super inteligente para saber que toda chamada é sensacionalista, vai ler o corpo do texto e encontra o seguinte:

o motorista do carro, […], foi submetido ao exame de alcoolemia, que registrou a presença de 0,39 dg de álcool por litro de sangue.

Ah, agora sim. O leitor, que é super inteligente, confirmou além de qualquer dúvida. O cara estava totalmente alcoolizado com 0,39 dg de álcool por litro de sangue. É um psicopata por estar dirigindo. Bobinho que só, ele acha que essa conclusão não tem nada que ver com a idéia que a chamada (que ele tem certeza de ser sensacionalista – e, portanto, desconfiável) botou na cabeça dele.

Satisfeito de seus dotes intelectuais, ele entra na caixa de comentários para deixar o seu depoimento de quão absurdo é um motorista dirigir alcoolizado.

Mas pergunte, quanto é 0,39 dg de álcool por litro de sangue? Se ele souber que dg quer dizer decigrama já será um espanto.

Respondendo à pergunta. Antes do limite ser zero, o tolerável era até 0,1 mg/l de álcool no ar expelido ou 2 dg/l de álcool no sangue. Eu vou repetir… o limite mínimo era até 2 dg/l de álcool no sangue. O motorista foi encontrado com 0,39 dg/l. Estão entendendo ou não?!

Apenas para confirmar, vamos ler o que está no site “Educação para o trânsito” do Governo do Paraná.

Conseqüências Risco de Acidentes
Até 2 dg de álcool por litro de sangue não produz efeito aparente na maioria das pessoas.  

Aí vem a jogada da legislação, feita para controlar a população feito gado. Como o limite foi reduzido a zero, qualquer concentração pode ser declarada como “alcoolizado”.

Ao final, podemos identificar que a concentração de álcool no sangue do sujeito é incrivelmente baixa e não influenciou em nada o acidente, que provavelmente ocorreu por milhões de outras causas, talvez até pela má condição da pista, o que sabemos ser caso raro no Brasil.

Para vocês terem uma idéia, a versão da Polícia Rodoviária Federal é que as crianças estavam atravessando a rua quando foram atropeladas. Poderia até imaginar as condições de uma estrada na zona rural da Bahia, mas qual a diferença?

Façamos então um resumo da interpretação 1 e da 2.

1 – Motorista bêbado irresponsável e sem mãe atropela e mata quatro criancinhas;

2 – Motorista perde o controle do carro e quatro crianças acabam mortas em acidente.

A segunda versão é muito mais sem graça e não força ninguém a comentar a notícia. É muito melhor florear o negócio e instigar a idéia de que uma gota de álcool transforma alguém em um psicopata assassino com uma vontade incontrolável de dirigir carros e atropelar criancinhas. Melhor ainda se fizer o leitor dar “lição de moral” e virar fiscal dos outros.

E o melhor de tudo não é isso. O “melhor” é que se a matéria foi bem redigida (inclusive o meu post), o leitor leu tudo isso e está pensando na questão “álcool e direção” e cagando para as crianças que morreram.

Vai dizer que manipulação não é fácil?!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Conspiração climática.

Só pode ser.

Se na excelente mídia brasileira não aparece uma nota sobre o recente caso da invasão dos computadores de uma unidade de pesquisas climáticas da Universidade de East Aglia, expondo milhares de emails e vários arquivos contendo manipulações dos dados, é porque só pode ser conspiração de direitistas reacionários que não aceitam sua parcela de culpa no aquecimento global.

Vejam mais nos links abaixo.

ClimateGate
A face oculta do alarmismo climático

Certamente, a imprensa brasileira está mais preocupada com os limites às emissões de carbono propostas pela Min. Dilma ou com as ameaças de que talvez se o clima continuar esquentando nos modelos de computador - que não conseguem nem prever se faz sol ou chuva amanhã - existe a preocupante possibilidade de que ilhas que “nunca existiram” ficarão debaixo d’água nos próximos 150 anos.